domingo, 27 de março de 2011

Renovando os votos.

"Ser amado profundamente por alguém nos dá força. Amar profundamente alguém nos dá coragem."

É necessário ser forte e corajoso...

" Tomara que apesar dos apesares todos, a gente continue tendo valentia pra não abrir mão de se sentir feliz. "

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Irreversível


"Numa noite perfeita entre tantas outras liguei meu coração ao teu com um fio invisível. Troquei uma parte da tua alma com a minha, enquanto tu dormias."

Porque senão, como seria essa vida?




Ainda bem que a gente tem a gente! (:

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

o poder na delicadeza.


Foi, pois, assim que o explorador descobriu, toda em pé e a seus pés, a coisa humana menor que existe. Seu coração bateu porque esmeralda nenhuma é tão rara. Nem os ensinamentos dos sábios da Índia são tão raros. Nem o homem mais rico do mundo já pôs olhos sobre tanta estranha graça. Ali estava uma mulher que a gulodice do mais fino sonho jamais pudera imaginar. Foi então que o explorador disse, timidamente e com uma delicadeza de sentimentos de que sua esposa jamais o julgaria: - Você é Pequena Flor.


Trecho de "A menor mulher do mundo" de Clarice Lispector, o preferido de L. F. Verissimo.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

meus sem fins.


Ontem você disse que eu acabei a crônica antes do final. E eu concluí dolorosamente que sempre faço isso. Sou um grande ponto final que interrompe as coisas pelo medo de ir até o fim. Aí pensei em acrescentar algumas frases à crônica, mas escrever é tão difícil. Cada texto é uma confissão tirada do meu corpo para que eu não adoeça de tantos pensamentos dentro de mim, percorrendo cada canto numa velocidade astronômica. E cada frase aparentemente imperfeita tem uma perfeição que só faz sentido porque me define com uma precisão que não é literária. Uma definição crua e bruta exposta sem medo do olhar do outro, mas do meu próprio olhar. Eu me traio porque me julgo. E fico encarando a menina cheia de defeitos, tiques manias e pontos finais. Sou uma interrogação e um ponto final. Juntos. E não sei em que ordem. Porque tudo parece tão complexo que dá preguiça de analisar. Então eu pego todas as coisas que me fazem parecer uma pessoa superficial e saio de casa para fazer coisas superficiais, falar de assuntos superficiais e ser uma grande coisa superficial ambulante. Mas só durante cinco minutos, que é o tempo que eu agüento de verdade. Eu não sei sorrir sem querer sorrir. Eu não sem brincar sem querer brincar. Eu não sei ser legal sem querer ser legal. Mas quando eu sou, eu sou de forma tão completa que não existe uma parte do meu corpo que não transborde tudo isso. E meu único padrão é balançar a perna compulsivamente até fazer uma cratera no chão. E rir compulsivamente até doer a barriga. Minha confusão particular é o que me aproxima do surreal, do sonho, da loucura, do meu lado criança, do meu lado mulher, do meu lado gente, de todos os meus lados – alcançáveis ou não. Escrever é minha forma de me entender. Ponto final.

domingo, 16 de janeiro de 2011

minha galeguinha. hihi


"Os gatos não se movimentam por qualquer coisa, transformam os seus donos em mordomos."